Associação Audite Nova de Lisboa

AssociacaoA Associação que enquadra o Coro incorpora os seguintes órgãos eleitos de acordo com as normas em vigor:

– Direcção
– Assembleia Geral
A Direcção é composta por um Presidente, um Secretário e um Tesoureiro, os quais reúnem sempre que tal se justifica ou se torna inevitável;

A Direcção é eleita para mandatos de dois anos, através de voto secreto, depois de apresentadas, com a antecedência regulamentar, as listas que os associados entendam formar.

A Assembleia Geral é presidida pelo respectivo Presidente e secretariada por dois Vogais.
É convocada nos termos legais e realiza-se, no mínimo, anualmente, mas também sempre que tal é tido por conveniente.

A Assembleia Geral elege a Direcção.

Para além do exercício do poder de eleger a Direcção, esta Assembleia é um espaço em que:
– A referida Direcção expõe o resumo das acções realizadas, quer sejam de âmbito artístico, quer de gestão, assim como apresenta a todos os associados propostas de novas linhas de orientação;
– Todos os presentes têm oportunidade de expor pontos de vista dentro dos variados âmbitos que esta actividade inclui.
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Estas reuniões assumem o formalismo que lhes é imprescindível. Contudo, apresentam-se também como o espaço mais propício a que cada um:
– Emita abertamente opiniões sobre tudo o que foi realizado desde a anterior assembleia;
– Proponha todo o tipo de alterações passíveis de melhorar as “performances”;
– Proponha a reflexão conjunta de aspectos mais relacionados com o dia-a-dia dos coralistas, aspectos de tipos vários que podem minimizar o esforço que cada um faz para cumprir ao máximo os objectivos propostos. Esse esforço exige frequentemente empenhamento, uma vez que se trata de uma actividade voluntária, desenvolvida sempre – quer os ensaios, quer os concertos – em horário pós-laboral.
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Os associados pagam uma quota mensal, meramente simbólica.

Todos os elementos que compõem o Coro são associados. Existe ainda uma outra categoria de pessoas, designada por “Amigos do Coro”, que, não sendo coralistas e não participando nas actividades normais, estão de algum modo ligadas ao Coro em geral ou a algum dos coralistas em particular, e que fazem questão de colaborar com o Audite Nova e de ajudá-lo economicamente, contribuindo com donativos cujos montantes são por eles próprios fixados. Esses contributos, contudo, não têm nunca ido além da quantia correspondente à quota paga pelos associados. Este é um aspecto muito caro a todos os elementos, porque é a prova de que o empenho que todos põem no que fazem em prol desta actividade é reconhecido por alguém que, mesmo próximo, está de fora e se interessa pelo Coro.

Apesar de o Audite Nova estar, em 2011, a cumprir 40 anos de existência e de, ao longo do tempo, ter havido naturais flutuações de coralistas, é gratificante que continuem ainda a participar, activamente e com empenho, em todas as actividades do Coro elementos que constituíam o grupo de amigos inicial que deu origem a esta instituição. Como é natural, e por diferentes razões, tem-se registado, ao longo dos anos, o afastamento de coralistas, mas não tem sido menor o número daqueles que se vão apresentando como interessados em associar-se.

Todos os candidatos a coralistas são admitidos sob a responsabilidade da Directora Artística do Audite Nova que verifica a existência de capacidades técnicas suficientes por parte desses candidatos. Após um período de adaptação e entrosamento na “vida” do Coro, bem como depois da verificação de ter sido atingido o controlo mínimo necessário do reportório que está, na altura, a ser tratado, os candidatos passam a ser considerados aptos, tornando-se de imediato associados.

Desde 1988, a Associação está sediada nas instalações da Junta de Freguesia de S. João de Brito, a qual cede gratuitamente o seu auditório para a realização dos ensaios.

Os ensaios têm lugar duas vezes por semana em horário nocturno por ser aquele que mais convém a todos os coralistas.

A Associação promove convívios de todos os coralistas. Esses convívios não se realizam em momentos predeterminados; por norma, surgem espontaneamente em momentos relacionados com uma qualquer data ou actividade mais marcantes.